"A aposta deve ser feita no futuro não na direção da sofisticação tecnológica, mas da sofisticação pedagógica." (Azevedo, 2003)
8 de set. de 2023
Reflexão crítica (Avaliação de Desempenho) - Destaque para o impacto de práticas formativas
5 de jan. de 2021
« A educação 4.0, até então em voga, teve de despontar do dia para a noite e muitas escolas, profissionais da educação, sejam docentes ou técnicos não estavam preparados para o cenário apresentado. Nela o conhecimento encontra-se à disposição na web, por meio de várias plataformas e programas, favorecendo uma permuta de parcerias, colaboração, atividades coletivas e partilhadas, entre outras vantagens. Segundo Kenski (2003, p. 5) “saber utilizar adequadamente essas tecnologias para fins educacionais é uma nova exigência da sociedade atual em relação ao desempenho dos educadores”.» (p. 120)
«Este estudo buscou como desafio associar os possíveis estilos de aprendizagem dos educandos com o ensino na modalidade não presencial. Vieira Júnior (2019) destaca que são muitos os fatores que influenciam a relação ensino-aprendizagem como, por exemplo, os ambientais, físicos, emocionais, cognitivos, sociais etc. Muitas também são as teorias acerca desse tema extremamente complexo: as metodologias de ensino e aprendizagem. Talvez, um dos poucos consensos é que cada indivíduo possui um ritmo e forma característica de aprender, daí surgem os chamados Estilos de Aprendizagem, em que os discentes podem aprender melhor, uns a partir da leitura, outros pelo que ouve, alguns apreciam desenvolver trabalhos em equipes outros já são mais introspectivos, outros aprendem pela observação e visão, enquanto outros se apegam ao entendimento do todo e não das partes.» (pp. 120-121)
«Segundo Kenski (2007), não há dúvida de que as novas tecnologias de comunicação e informação trouxeram mudanças consideráveis e positivas para a educação, porém elas precisam ser compreendidas e incorporadas pedagogicamente. Isso significa que é preciso respeitar as especificidades do ensino e da própria tecnologia para poder garantir que o seu uso, realmente, faça diferença. Não basta usar a televisão, tablet, computador, notebook ou celular é preciso saber usar de forma pedagogicamente correta a tecnologia escolhida.» (pp. 121-122)
«Mas não basta apenas escolher a plataforma que melhor se ajusta à necessidade do docente, é importante aliar os recursos educacionais, por meio de suas plataformas e sistemas, aos projetos pedagógicos, envolvendo os conteúdos, ementas, técnicas e atividades que melhor se adequem aos objetivos de cada disciplina ou curso.»(p. 123)
«Maia e Mattar (2007) destacam que o design de um curso a distância vai além do projeto visual (tipográfico) do material, requerendo que o designer (docente) planeje didaticamente o percurso do aluno no conteúdo, se será linear ou se será livre, o controle e a autonomia do aluno, o planejamento da interação no curso, acesso ao material, tecnologias utilizadas e até mesmo o custo do projeto. » (p. 123)
«Filatro (2008) divide os eventos instrucionais em quatro grandes blocos:
- Introdução: ativar a atenção do aluno, informar os objetivos da aprendizagem, aumentar o interesse e a motivação;
- Processo: Recuperar conhecimentos prévios, apresentar informações e exemplos, fornecer feedback ;
- Conclusão: Revisar e sintetizar, transferir a aprendizagem, remotivar e encerrar;
- Avaliação: Avaliar a aprendizagem, fornecer feedback e complementação da aprendizagem.» (p. 124)
Quadro 1 - Atividades possibilitadas pelo aprendizado eletrônico
Quadro 2 - Técnicas pedagógicas para utilização em Ensino Não Presencial
(p. 125-126)ENSINO REMOTO NA PANDEMIA: PROPOSTA DE DESIGN INSTRUCIONAL A PARTIR DE ESTILOS DE APRENDIZAGEM
27 de nov. de 2012
Coied* 2012
De seguida (re)publico esse texto, bem como a referência de todos os outros através de um print screen da imagem que no site da coied dá acesso aos mesmos (coluna do lado direito). Parecem-me um bom recurso para aqueles que não puderam estar presentes, poderem sentir o ambiente que se viveu. Tema 2 - Os sentidos da educação;
Tema 3 - Novo conhecimento, nova aprendizagem, aprendizagem autoregulada;
Tema 4 - Mudança pessoal, diversidade e generativismo.
Rosalina Simão Nunes
*Conferência Online de Informática Educacional
1 de mai. de 2012
Memória de uma atividade pedagógica no SL: Ensino Baseado em Projetos
O
evento estaria, então, inserido no projeto Imagens da cultura, conversas às quartas, desenvolvido pela Paula Justiça, no Second Life (SL). Feitos os
pedidos de autorização necessários para essa partilha ser viável, nomeadamente
os coautores do trabalho, Pedro Teixeira, Luís Miguel Rodrigues, à mestre
Angelina Macedo, que, na altura, nos orientou na execução das atividades que
envolveram o SL e Professora Doutora Lina Morgado, responsável pela UC de AVA,
a sessão ficou agendada para o dia vinte e oito de março.29 de out. de 2011
Revisitando myMPEL
Desta vez, não pertencia à comissão organizadora, mas, quando entrei na sala onde já falava a Professora Lina Morgado, Coordenadora do Mestrado em Pedagogia do Elearning da Universidade Aberta e responsável pela organização da Conferência, senti que estava a entrar em espaço conhecido. Ou seja, senti-me em casa. E foi uma sensação muito boa. Na sua apresentação, a Professora Lina falou da experiência da 4ª Edição do Mestrado em Pedagogia do ELearning.
Dessas palavras destacaria o slide 6, onde me parece estarem as
palavras-chave (Personalização e Abertura) que caracterizam, pela descrição feita, a 4ª Edição,
assim como na 3ªEdição terão sido provavelmente as palavras partilha e
colaboração. É a ecologia do mpel a concretizar-se em rede e fica já a curiosidade quanto às que irão identificar a 5ª Edição.
Já no painel de docentes, pudemos ouvir os professores António Teixeira, José Mota, Lúcia Amante e António Quintas Mendes cujas apresentações foram contributos do Currículo do Mestrado, no âmbito das unidades curriculares lecionadas por cada um. Neste momento está disponível, na rede social de apoio à 2ª Conferência a apresentação de José Mota, Recursos Educacionais Abertos: Potencialidades e Desafios. E dessa apresentação sublinharia os desafios (slide 11): sustentabilidade, resistência à partilha, qualidade, reputação, interoperabilidade e adequação.

Depois do Coffee-Break, onde fomos presenteados com shots de chocolate, uma delícia oferecida pela Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, ouvimos Luísa António e Pedro Caramez, no painel de convidados. Luísa António, a Participatory Design Training, falou-nos dos laboratórios de criatividade enquanto espaços que contrariam qualquer tipo de isolamento e fecho nas organizações e da sua importância na era conceptual onde se exige às organizações um elevado desempenho. A apresentação encontra-se já disponível na rede social de apoio à 2ª Conferência myMpel. Após uma intensa manhã de trabalhos, tivemos direito a uma pausa maior para retemperar as forças e alimentar o corpo. Aproveitei esse momento para almoçar com os meus pais, já que moram relativamente perto do local onde o evento se realizou (Universidade Aberta, Campus TagusPark - Oeiras) e com eles mora o avô materno que festejou, em abril, 102 anos de vida e, como não resido na área de Lisboa, aproveito qualquer oportunidade para o ver.
A razão pela qual refiro, neste contexto, este episódio prende-se com o facto da minha ausência ter sido sentida, no almoço, por alguns participantes. E parece-me pertinente, já que estamos a falar de experiências que se centram num curso online e onde a gestão das vidas pessoais e profissionais são tão importantes para encontrar os espaço e tempo certos para as aprendizagens.
De volta à conferência, a tarde começou com o painel de Micro-Workshops com lotação e que se realizaram em três espaços diferentes. Na sala n.º1, b-On: como pesquisar, com Madalena Carvalho; sala n.º 2, Recursos de apoio à investigação: o sistema de gestão de referências bibliográficas Mendeley, com João Paz e, na sala polivalente, Digital storytelling: potencialidades para a educação e formação, Ana Boa-Ventura e Helena Lopes.
Inscrevi-me no micro-workshps que decorreu na sala n.º1, b-On: como pesquisar que se revelou muito útil uma vez que havia alguns procedimentos que ainda não conhecia.
A seguir aguardava-nos o momento mais criativo do dia: a apresentação do painel de Pecha-kucha, dinamizado pelos mestrandos do MPEL4. De referir que cada apresentação se reportava a uma atividade desenvolvida numa das unidades curriculares, tendo por isso sido apresentadas pelos próprios professores das unidades curriculares. Foi, sem dúvida, um momento que premiou a interação pessoal entre professores e alunos.
Já no último painel - Painel Inter-Institucional de mestres - tivemos a oportunidade de ouvir Vítor Reis, mestre em Gestão de Sistemas de E-learning (FCSH/UNL) com a apresentação "Contributos do ensino a distância para a formação de profissionais de serviços de emergência: o caso dos Bombeiros de Portugal" e M.ª Balsamão Mendes, mestre em Pedagogia do Elearning (UAb), com a apresentação "Processo de Comunicação e Aprendizagem em Elearning: Uma experiência no Second Life".
O evento terminou com um sorteio da participação dos Estudantes do Mestrado em Pedagogia do Elearning nas apresentações Pecha-Kucha da conferência myMPeL2011, com a oferta dum fim de semana no hotel Évora Inn Chiado Design, patrocínio da Empresa EscritaCriativaOnline.
Foi um dia intenso, onde prevaleceu a alegria, o conhecimento e a vontade de aprender. Houve emoções. Resta-me dar os parabéns à Comissão organizadora, em particular à Maria João Spilker, Paula Silva e Hugo Domingos pelo trabalho desenvolvido e um sorriso muito especial à Professora Lina Morgado por nos ter proporcionado a todos outro momento de saber fazer e aprender. Obrigada e até para o ano.
*Post iniciado no dia 28 de outubro, por volta das 22:00, e publicado no dia 29 de outubro, pelas 15:15.
22 de fev. de 2011
Coied - Segunda semana
- 19:00 - 20:00 - Webinar - PLE e o desenvolvimento de competências profissionais 2.0, por Paulo Simões;
- 21:30 - 22:30 - Webconference - Os 4 P's das Metas de Aprendizagem na área das TIC, por Fernando Albuquerque Costa e Elisabete Cruz.
- A palavra chave das competências profissionais 2.0 é partilha e esta questão torna-nos líderes e /ou seguidores;
- Num ambiente de partilha todos temos algo para contar;
- Todos temos um espaço pessoal de aprendizagem;
- A web 2.0 proporciona um conjunto de ferramentas essenciais para o PLE, possuindo a capacidade das mesmas se interligarem e partilharem.
Tenho a certeza de que voltarei a consultar os documentos disponibilizados durante a apresentação feita por Elisabete Cruz. Agradou-me, em particular, o carácter pragmático que este projecto parece querer imprimir ao processo de implementação do mesmo.
Destacaria ainda desta sessão, o momento final de interacção entre os professores José Lagarto e Fernando Albuquerque Costa. O professor José Lagarto manifestou a sua preocupação pelo facto das Metas de Aprendizagem nas Áreas das TIC não preconizarem a existência de um espaço TIC dado por profissionais, isto é, professores da área de informática. Em resposta, o professor Fernando Albuquerque Costa referiu que o desafio das metas de aprendizagem das áreas da TIC não é apenas um desafio para os professores e cada um dos professores individualmente. Será também um desafio para outras instâncias, por exemplo: Quem forma os futuros professores (formação inicial); As próprias escolas, uma vez que esta é uma tarefa do Projecto Educativo da Escola; Quem faz a formação contínua dos professores e para o próprio Ministério da Educação.
Às 19:00, do dia 18 de Fevereiro, teve lugar a Webinar - O Quadro Interactivo e o Trabalho Cooperativo - Sucesso Garantido, dada por José Paulo Santos. Entrei na sala, já a sessão estava a decorrer, mas ainda consegui acompanhar parte da apresentação. Esta sessão veio, de alguma forma, enriquecer a aprendizagem efectuada na Acção de formação que frequentei em Novembro e sobre a qual já aqui escrevi. Achei muito aliciante a perspectiva de integração do quadro interactivo num contexto de aprendizagem cooperativa. Talvez seja esse o passo a dar para que os alunos possam, em sala de aula, usufruir do quadro interactivo na sua plenitude. Parece-me que voltarei a ler mais vezes a apresentação... Ainda desta sessão, destaco a seguinte frase dita a propósito do ambiente de trabalho desenvolvido à volta do quadro interactivo: Havia alegria em torno de tudo o que se fazia com o quadro interactivo. Este pormenor vai ao encontro daquilo que destaquei da intervenção do professor João Paiva, no dia 9 de Fevereiro: A utilização da tecnologia para fins educativos ou outros deve ser sempre humanizada.
Numa primeira parte, Hugo Almeida explicou o que era a Machinima - a arte de filmar em ambientes virtuais 3D em tempo real - , e como qualquer um poderá produzir machinima. Depois, partindo da descrição sumária de dois dos seus projectos, mostrou como o SL poderia ter utilidade em contextos educativos - Pessoa - e ser uma plataforma de trabalho colaborativo com pessoas de todo o mundo (Terra dos Sonhos).
Por seu lado, Inês Messias falou do desenvolvimento da machinima para projectos educacionais e a sua utilização em ambientes virtuais. Para isso apresentou dois exemplos de projectos educacionais em ambientes virtuais: Mew Media Consortium e o espaço SLESES. Das palavras de Inês Messiais retenho a seguinte ideia como essencial para o trabalho a desenvolver no Second Life: Trata-se de um espaço que permite mudar os cenários e as personagens possibilitando assim a adaptação ao conteúdo educacional que se pretender.
Finda a sessão, os avatares presentes foram convidados para uma festa surpresa oferecida pela professora Teresa Bettencourt, no castelo de Almourol.
Ao longo da semana, escrevi uma ou duas vezes, nas interacções com os outros participantes, que iria ter saudades da rotina das duas últimas semanas. Nem sempre foi possível estar presente, mas parece-me que de tudo o que ouvi e li, aprendi o suficiente para ter vontade de escrever sobre a experiência.
Teria feito o mesmo se o evento tivesse sido presencial?
Julgo que não. Provavelmente, o que ouvira, teria ficado no papel como outras vezes aconteceu.
Da experiência que tenho de momentos de aprendizagem a distância e, particularmente em regime online, a escrita é, no meu caso, quase sempre uma consequência. Como o processo de escrita está a ser feito neste ambiente, só restará, no final, clicar em Publicar Postagem e depois divulgar, juntando este ao post da semana passada.
Resta esperar pela continuação do projecto em 2012 e agradecer à organização da Coied a oportunidade de continuar a ser aprendente: Obrigada.
13 de fev. de 2011
Coied - Conferência Online de Informática Educacional*
Organizado em quatro espaços distintos - Início, Organização, Trabalhos e Actividades - conseguimos aceder rapidamente à informação pretendida quer seja para obter mais dados sobre a organização quer seja para aceder aos espaços onde se realizam as conferências quer, ainda, à leitura e/ou participação nos Fóruns.
Não me foi possível assistir desde início à Abertura Institucional, no entanto, já é possível visionar esse momento, onde, tal como nos restantes a que assisti, os organizadores explicam, sumariamente, como se irá realizar cada Actividade e de que forma poderão os participantes interagir com os conferencistas.
Assisti a três das actividades: Webinar - Apresentações criativas com Prezi; Webconference - Práticas Pedagógicas de Adopção da Web Social; Webconference - Desafios para a educação no século XXI e as TIC; Webinar - Diigo e Google Docs. Tenho acompanhado o desenvolvimento das discussões nos Fóruns, em particular, os Fóruns 1 e 2, ainda que e só como leitora. Isto é, não participei até ao momento.
No dia 8, assisti ao primeiro Webinar - uma apresentação feita por Nelson Jorge e que mostrou como a ferramenta Prezi pode ser um verdadeiro teste à capacidade criativa e promover o desenvolvimento da organização de ideias mediante objectivos a serem atingidos.
10 de jan. de 2011
O uso do powerpoint num Curso de Mestrado online
Reflexão crítica (Avaliação de Desempenho): Uma visão sofisticada da pedagogia
"A aposta deve ser feita no futuro não na direção da sofisticação tecnológica, mas da sofisticação pedagógica." (Azevedo, 2003...
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RELATÓRIO REFLEXIVO 1. Contexto formativo Relevância da temática apresentada para a prática profissional. Considera...
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A segunda semana começou com a Webinar de Ricardo Vidal: Webinar - Mendeley (ferramenta de gestão e de referenciação bibliográfica). Como n...





















